 Num istmo podemos sumir para dentro de nós, lá onde nenhuma mão nos alcança porque, em verdade, não queremos estar. Onde não há pontes, conectivos ou verbos de ligação porque tudo se esvai, simplesmente. . . O segredo para voltarmos dessas densas brumas é enganarmos o pensamento, esse perigoso e astuto algoz, é flanarmos sobre tudo como se a matéria desconhecesse o peso ou a gravidade. A total liberdade de sentir o que não tem nome.
Escrito por Mara às 10h27
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