Estou com saudade de beber longamente com velhos amigos. Aqueles que silenciam solidariamente quando minhas pausas entre um assunto e outro começam a variar de nove a vinte segundos e as reticências tornam-se infinitos trilhos de velhos trens da memória. Aqueles que fecham os olhos quando me abraçam antes de irem embora.
Escrito por Mara às 20h10
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