Assistir ao Sarau Especial de Ana Salvagnni e Chico César no Café Filosófico só reforça minha tese: poesia tem que fazer parte da cesta básica.
Quando escolhemos chama-lo
de José Ian
pareceu-me um belo nome, porém,
um tanto sisudo para uma criança
então por artimanhas de mãe
chamei-te Zequinha
e logo todos me seguiram na subversão.
Zequinha tem a magia
de converter em criança o nomeado
e quem nomeia
tudo em volta fica
sapeca, alegre, vivo...
E dentro de mim algo se encanta
ao saber que mesmo quando
a infância de ti tomar distância
bastará dizer: Zequinha!
E num segundo ele te alcança.
Escrito por Mara às 09h29
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