
HÁ DIAS EM QUE TUDO O QUE SE QUER,
É NÃO QUERER NADA . . .
Escrito por Mara às 23h14
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QUIXOTE ULULANTE
Vivo da possibilidade incondicional
de me iludir.
Assim levanto meus moinhos de vento
e amores infantes.
Se sua intenção é me colocar
a par da realidade
devo dizer:
você só me cabe em sonhos!
Mara
Escrito por Mara às 13h15
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Tarso era beberrão, mulherengo, impulsivo, um homem bomba singrando redações de jornal como um skatista alucinado. Tarso sempre quis encrenca, e sempre encontrou, à frente do Pasquim (que ele criou) ou em qualquer redação de jornal que ele trabalhasse como contratado. Chegava na Redação da Folha, datilografava durante cinco minutos e depois descia pro bar e ficava lá o dia inteiro bebendo. Os editores, malucos, sabendo que o jornal tinha que fechar e o cara lá enchendo a cara. Cinco minutos antes de fechar o jornal, ele subia, redigia a crônica e entregava. Um livro seminal sobre um cara fundamental para a inteligência brasileira e que tanta falta faz. O cara que deixou Candice Bergen esperando. A fim de comer a atriz, o Cara não hesitou em contar pra ela que lutou ao lado de Che Guevara durante a revolução cubana. Depois de ser penabundeada pelo jornalista, ela ainda escreveu em sua autobiografia que jamais conseguiu esquecer “aquele homem que antes de seguir carreira como jornalista, havia ajudado Che Guevara e Fidel Castro a fazer a revolução socialista em Cuba”. Isso sim é 171.
O Livro “Tarso de Castro – 75 Kgs de Músculos e Fúria” escrito por Tom Cardoso, foi lançado pela Editora Planeta. Mário Bortolotto
Escrito por Mara às 12h22
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Diferente de mim, você tem um passado pra mostrar. Ta tudo lá, naquele seu álbum de fotografias. Diferente de mim você fala o tempo todo, que quando você crescer, vai ser astronauta, como o seu pai. Diferente de mim, você não odeia seu pai e tem um passado que gosta muito de falar e mostrar. Mas olha, eu conheço a lua. Lá também tem uma solidão que te pega e te esmaga o estômago. Lá também tem uma casa onde não existe uma família. Lá tem um dragão enorme que cospe fogo e te chama pelo nome. Lá também tem o medo do escuro, e eu te digo que isso, o escuro, dura muito mais tempo do que podemos agüentar. Rubens K
Escrito por Mara às 12h20
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Chega! a intolerância nos afasta da evolução natural. Não suporto mais intolerância para com os negros, homosexuais, argentinos, principalmente argentinos, os argentinos são legais, são gente boa, tem peito, Maradona chama Bush de assassino e no Brasil Carlito Tevez comanda uma goleada inesquecível: 7 a 1! na verdade era pra ser uns 10! Viva la nacion argentina, viva Carlito Tevez, viva la nacion corintiana! DEVIDAMENTE TUNGADO DO BLOG DO MEU AMIGO MÁRCIO AMÉRICO!!!
Escrito por Mara às 12h37
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MAIS UM ÓTIMO MOTIVO PARA DESLIGAR A TV !
Escrito por Mara às 23h52
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O nome do cara já é história, “ferre” ele buscou em Virgulino Ferreira, o lampião e, o “Z” faz referência a Zumbi dos Palmares.
Produto genuíno das quebradas desde moleque bisbilhotava os sebos da cidade de São Paulo comprando Dostoievski a um real, começava aí a treta toda.. Em 1997 escreve Fortaleza da Desilusão, ‘patrocinado’ pela empresa Ética Manpower onde trabalhava como auxiliar-arquivista. Mas é em 2000 com Capão Pecado (labortexto Editorial) que Ferréz põe a cara da periferia no telão nacional. Capão é um grito preso e também um lirismo produzido em ruas sem asfalto e barracos cheios de goteiras.
Ta tudo lá, os manos de responsa, as minas firmeza, os homi, o bagulho... mas o cara é escritor e tudo isso vem embalado num enredo onde Rael é o dono da trama, fazendo da realidade apenas pano-de-fundo.
Depois veio Manual Prático do ódio (Ed. Objetiva). Nesse Ferréz demonstra que aprendeu a lapidar as pedras literárias. A verve é a mesma, a quebrada é a mesma, mas os arremates da trama são feitos com ponto e linha da mais alta sofisticação. O que se sabe é que Manual... vai virar filme em breve pelas mãos de Antonio Pinto e Daniela Thomas.
E já ta nas ruas Amanhecer Esmeralda primeiro infanto-juvenil do cara, esse vou ler nas férias.
Além de toda essa produção o cara é fundador do 1dasul , o nome faz alusão a unidade da periferia da zona sul de São Paulo. Entre outras coisas a 1dasul tem uma loja de roupas de grife própria –que traduz o jeito de ser e de se vestir da periferia- , loja de CDs e selo próprio, livraria...
Na revista Caros Amigos ele organiza a revista Literatura Marginal e mantém coluna de artigos.
Há um estrondoso movimento cultural nas periferias só não escuta quem ainda insiste em se fazer de surdo.
Escrito por Mara às 16h50
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   A compra de votos em favor de FHC recebe um título neutro: Reeleição. Roseana Sarney é um "fenômeno". Abílio Diniz, um "vencedor".
Veja é tucana. Oficialmente
Uma pesquisa acionária na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) trouxe resultados interessantes. É possível constatar, por exemplo, que o ex-presidente da Caixa Econômica Federal em parte da gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Emílio Carazzai, é um dos diretores financeiros da Editora Abril. Carazzai é tratado por FHC e por Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda, com especial carinho, como demonstram vários discursos da época e até mesmo no momento da saída de Carazzai, por pressão do PFL. Além disso, a gestão de Carazzai à frente da Caixa foi marcada por demissões, flexibilização da jornada de trabalho, congelamento de salários e terceirização dos serviços. Os que mais perderam, de novo, foram os trabalhadores.
Além disso, como muitas empresas, a Editora Abril possui dívidas, que precisam ser quitadas ou renegociadas ao final de um ano fiscal. Para isso, as empresas emitem debêntures - títulos de renda fixa que são oferecidos pela empresa endividada a investidores, que por sua vez recebem uma porcentagem fixa (25%, por exemplo) de lucro em relação ao que investiram.
O que chama a atenção no caso de Veja, principalmente quando se observa a linha editorial neoliberal da revista, são exatamente seus investidores. Para renegociar suas dívidas, a editora Abril cedeu, por exemplo, ações para o Unibanco, em decisão tomada em 14/5/2005, como consta em ata assinada pelo Conselho de Administração da empresa. Cedeu também, conforme a mesma ata, o capital adquirido na venda de espaços publicitários das publicações da empresa para o Bradesco e o Banco do Brasil.
A Editora Abril possui, ainda, relações com instituições financeiras como o Banco Safra e a norte-americana JP Morgan - a mesma que calcula o chamado "risco-país", índice que designa o risco que os investidores correm, empregados e protegidos em Nova Iorque, quando investem no Brasil. Em outras palavras, expressa a percepção do investidor estrangeiro sobre a capacidade desse país "honrar" seus compromissos.
Esta e outras instituições financeiras de peso são os debenturistas - detentores das debêntures - da Editora Abril e de seu principal produto jornalístico. Em suma, responsáveis pela reestruturação da editora que publica a revista com linha editorial fortemente pró-mercado financeiro e anti-movimentos sociais.
(continua)
Escrito por ademir assunção às 18h06 [(0) Comente] [envie esta mensagem]
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if (dataPost != "") {document.write(" ");}
else {document.write("");
}
   A esquerda é raivosa, baderneira, demoníaca. Um dragão de três cabeças. Sacou?
13,8% para o Capital Group
No início de julho de 2004, o grupo Abril anunciou a venda de 13,8% de seu capital para o administrador de fundos Capital Group International (www.capgroup.com), por R$ 150 milhões, de acordo com o balanço anual da Veja que consta na CVM. A mudança constitucional aprovada em maio de 2002 que permitiu o ingresso de 30% de capital estrangeiro nas empresas de comunicação permitiu tal transação. Mudança promovida exatamente pela gestão de FHC (1995-2002).
O deputado Fernando Ferro (PT-PE) confirmou que a Editora Abril possui íntima relação com o grupo de Gustavo Cisneros. "Consultamos os procedimentos de aquisição das aquisições da revista Veja e constatamos que hoje cerca de 30% das suas ações são do empresário venezuelano Gustavo Cisneros, que participou do processo de conspiração para derrubar o presidente Chávez, juntamente com Pedro Carmona [que ocupou a presidência por algumas horas, durante o golpe fracassado]", sustentou.
De acordo com o jornal Valor Econômico de 10/8/2004, o fundo de investimentos Capital Group já tem outras participações no país. O mesmo Capital Group adquiriu, em 19 de maio do mesmo ano, lote de recibos de ações nos EUA (ADRs) da Tele Centro-Oeste Celular (TCO), com o qual passou a controlar 14,37% das ações preferenciais da companhia. No mesmo mês, o fundo adquiriu ações da TIM Sul, passando a controlar 5% do capital da empresa, com direito a voto na operadora móvel. Em janeiro, havia comprado 135,8 milhões de ordinárias da Embratel Participações, controlando cerca de 6 bilhões de papéis, ou 5,05% dos papéis com direito a voto. Em abril de 2003, o Capital Group adquiriu na bolsa de valores 13,659 bilhões de ações preferenciais da Tele Norte Leste (holding da Telemar), passando a controlar 5,25% dos papéis sem direito a voto.
Já a Editora Abril S.A. atua na atividade editorial e gráfica, compreendendo a edição, impressão, distribuição e venda de revistas, publicações técnicas, na comercialização de propaganda e publicidade, bem como a participação no capital de outras sociedades. No ramo editorial e gráfico é a maior empresa da América Latina, líder no mercado de revistas. A Abril e suas parceiras são responsáveis por mais de 165 publicações, entre revistas, edições especiais e anuários.
Gustavo Barreto é editor da revista Consciência.Net, colaborador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) e pesquisador na Escola de Comunicação da UFRJ.
 E alguém aí se lembra dessa capa? Veja começou a eleger Collor alguns anos antes. Escrito por Ademir Assunção
Escrito por Mara às 16h47
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OS DÓLARES DA VEJA
Que a revista Veja é o panfletão do capitalismo neoliberal, ninguém tem dúvidas. Ou tem? Agora, os motivos, poucos sabem. Aos poucos, começam a aparecer. É evidente o ódio dos engravatados jornalistas da Veja, a serviço dos seus patrões, contra Hugo Chávez, chegando ao cúmulo daquela capa incitando um novo golpe para derrubá-lo (um governo eleito democraticamente, por sinal). Por quê? Leia abaixo.
Abril parceira do capital especulativo GUSTAVO BARRETO
   Repare na diferença de tratamento nas capas da revista. Por que será?
É notável a profunda relação entre a revista Veja e o capital especulativo nacional e internacional. Já em 1995, a Editora Abril S.A. realizou uma parceria com as Organizações Cisneros da Venezuela, comandada por Gustavo Cisneros, um dos maiores adversários de Hugo Chávez.
Seja por breve observação ou utilizando o suporte de extensos estudos acadêmicos, é notável a profunda relação entre a revista Veja - principal produto jornalístico da Editora Abril - e o capital especulativo nacional e internacional. Além disso, destaca-se o ódio que Veja nutre pelos movimentos e governos populares, como o MST, no Brasil ou o governo Chávez, da Venezuela. Esta fina sintonia com os preceitos neoliberais, conservadores e até golpistas é, no entanto, mais do que ideológica.
Já em 1995, a Editora Abril S.A. realizou uma parceria com as Organizações Cisneros da Venezuela, comandada por Gustavo Cisneros, e a Multivision do México, objetivando criar um "serviço de televisão com transmissão direta via satélite, para a casa do assinante". Conforme consta no histórico da própria Abril, esse satélite - o "Galaxy 3R" - foi lançado no dia 14/12/1995. A Abril acrescenta que está "inaugurando uma nova era para a televisão brasileira". No mesmo ano, constitui a empresa Galaxy Latin América, em parceria com a "Hughes", companhia americana subsidiária da General Motors. Também em 1995, a Abril entrou em uma sociedade com a Sony e Time Warner para desenvolver a HBO Brasil, a versão nacional do maior canal de entretenimento do mundo. A TVA, empresa de TV por assinatura, é uma das marcas que a Abril detém.
Gustavo Cisneros é dono absoluto de um dos maiores holdings de comunicação da América Latina - a Cisneros Group of Companies, que, além da Venevisión e Univisión, congrega 72 empresas nas áreas de mídia, entretenimento, internet e telecomunicações, instaladas no Canadá, nos Estados Unidos, na América do Sul, na Espanha e em Portugal. Detém, por exemplo, a Univisión Communications, principal canal espanhol nos Estados Unidos, o que inclui tevê aberta e por assinatura. Na Venezuela, Cisneros é um dos principais inimigos de Hugo Chávez, presidente eleito democraticamente e que possui amplo apoio popular por realizar reformas sociais profundas que combatem fortemente a desigualdade daquele país. Foi Cisneros um dos principais apoiadores do golpe contra Chávez em 2002, o famoso golpe midiático, por meio de suas redes de televisão e seu poder financeiro.
Cisneros é sócio da DirecTV, agora associada e controlada pela concorrente Sky, do multimilionário australiano da mídia Huppert Murdoch. Algumas das empresas de Cisneros são conhecidas dos brasileiros, como a AOL Latin América, a já mencionada DirectTV e a Panamco, engarrafadora da Coca-Cola. Segundo a revista Isto É Dinheiro, Cisneros anunciou em junho de 2004 a criação de um fundo de US$ 200 milhões para investir no Brasil e disse que está conduzindo outros negócios. Em janeiro de 2000, a AOL e a Time Warner passaram por um processo de fusão das duas empresas. Na nova empresa, Cisneros e a Abril são parceiros comerciais.
(continua)
Escrito por Mara às 16h42
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